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A maior mostra de decoração da América Latina: Casa Cor São Paulo


20 de julho de 2015
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Mais verde e amarela do que nunca, a Casa Cor São Paulo chega à 29ª edição em 2015. Com a brasilidade como tema, os participantes tiveram a agradável missão de exaltar a arte e o design nacional em seus ambientes. O resultado é uma interessante mistura de cores, texturas e formas.

Com um toque mais intimista se comparado às versões anteriores, o evento conta com 70 espaços elaborados por um time de profissionais de destaque na área. Pelos corredores do Jockey Club de São Paulo, sede da mostra, será possível contemplar suítes, salas de banho, livings, salas de jantar, jardins, escritórios e espaços comerciais, entre muitos outros. As áreas de convívio, como praças, salas amplas, cozinhas generosas e praças, também aparecem como uma forte tendência desta edição, definida pelos organizadores como o “compartilhar”.

Outro ponto alto do evento é a preocupação com o meio ambiente. Diversos arquitetos, designers de interiores e paisagistas apostaram em soluções que não prejudicam a natureza, como revestimentos que imitam madeira e jardins com espécies que necessitam de pouca água para sobreviver (a crise hídrica agradece!). A iluminação de LED também pode ser vista em diferentes espaços – uma forma de economizar energia elétrica sem deixar a estética de lado.

Ambientes pequenos, médios e grandes convivem em harmonia na Casa Cor SP – há opções para todos os gostos. Enquanto a arquiteta Brunete Fraccaroli apresenta um espaço de 300 m² com direito a ambiente gourmet, living e suíte, Caroline Elkis mostra que é possível garantir conforto em apenas 21 m². Além disso, na entrada da Casa Cor, podemos ver um elemento de transição. O sutil jogo de luz e sombra é um dos pontos altos da intervenção de 430 m² assinada por Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório FGMF Arquitetos. A surpreendente estrutura modular de eucalipto (Rewood Madeira Laminada Colada), com corpo e articulações de aço, eleva-se a 4,20 m do chão, revestida de porcelanato.

A Casa Cor SP encerrou no dia 12 de julho. Confira, a seguir, todos os ambientes da mostra, uma das mais aguardadas da América Latina:

• Ao lado das árvores na entrada do Jockey Club de São Paulo, a colmeia forma uma espécie de pergolado ora translúcido (graças às lonas de PVC da Sansuy), ora vazado. Vale destacar a instalação cenográfica de varetas metálicas. “Elas criam uma topografia artificial”, diz Fernando. As colmeias se juntam em pares e trios: os anéis de aço contam com aletas que se encaixam em rasgos nos módulos de madeira de 1 m de comprimento cada um. o travamento se dá com pinos transversais.

Ao lado das árvores na entrada do Jockey Club de São Paulo, a colmeia forma uma espécie de pergolado ora translúcido (graças às lonas de PVC da Sansuy), ora vazado. Vale destacar a instalação cenográfica de varetas metálicas. “Elas criam uma topografia artificial”, diz Fernando. As colmeias se juntam em pares e trios: os anéis de aço contam com aletas que se encaixam em rasgos nos módulos de madeira de 1 m de comprimento cada um. o travamento se dá com pinos transversais. Projeto FGMF.

Projeto do escritório FGMF Arquitetos. (Fonte: Revista Arquitetura & Construção)

 

• O Vale do Paraíba inspirou Roberto Migotto a incluir o pau a pique em seu espaço de 300 m². “Sou de Taubaté (SP), onde essa tradição construtiva é forte”, conta o arquiteto, que trouxe de lá a mão de obra para os 160 m² de superfície que exibem a técnica, executada por Deto França e Marco Rezende. “Seguindo as origens, ergue-se a trama de bambu, madeira ou raízes, então fechada com barro e esterco, de ambos os lados e manualmente. Aqui, no entanto, ela não desempenha função estrutural – está aplicada como revestimento do drywall”, explica Deto. As mudas de avelós-palito-de-fogo do jardim de Luiz Carlos Orsini avivam o tom terroso do conjunto. Bancada de Silestone no padrão yukon e piso de Dekton, ambos da Cosentino.

O Vale do Paraíba inspirou Roberto Migotto a incluir o pau a pique em seu espaço de 300 m². “Sou de Taubaté [SP], onde essa tradição construtiva é forte”, conta o arquiteto, que trouxe de lá a mão de obra para os 160 m² de superfície que exibem a técnica, executada por Deto França e Marco Rezende. “Seguindo as origens, ergue-se a trama de bambu, madeira ou raízes, então fechada com barro e esterco, de ambos os lados e manualmente. Aqui, no entanto, ela não desempenha função estrutural – está aplicada como revestimento do drywall”, explica Deto. As mudas de avelós-palito-de-fogo do jardim de Luiz Carlos Orsini avivam o tom terroso do conjunto. Bancada de Silestone no padrão yukon e piso de Dekton, ambos da Cosentino. (fonte casa abril)

Fonte: Revista Arquitetura & Construção

• Sig Bergamin (Casa de campo). Um jardim florido recepciona os convidados em um ambiente onde o conforto é o protagonista e o clima rústico impera. Na casa de campo, os cômodos internos são integrados e uma prática cozinha dá acesso a uma horta. O clima de aconchego fica completo com revestimentos de tecidos ingleses, madeira, ferro e vidro.

Caasa de Campo

Fonte: Revista Casa Vogue

 

• Deca por Studio Guilherme Torres (Villa Deca). O espaço traz como principal atração um novo acabamento para réguas de bambu num tom cinza que irá forrar tetos, paredes e móveis. Por isso, a Villa Deca apresenta ambientes integrados que misturam o novo produto a elementos estruturais expostos e materiais simples, criando espaços de convivência elegantes e sofisticados. Ali, foi construído um haman turco, um formato de banho que usa de saunas, vapores e água quente.

Deca por Studio Guilherme Torres (Villa Deca) O espaço traz como principal atração um novo acabamento para réguas de bambu num tom cinza que irá forrar tetos, paredes e móveis. Por isso, a Villa Deca apresenta ambientes integrados que misturam o novo produto a elementos estruturais expostos e materiais simples, criando espaços de convivência elegantes e sofisticados. Ali, foi construído um haman turco, um formato de banho que usa de saunas, vapores e água quente. (fonte revista casa vogue)

Fonte: Revista Casa Vogue

 

• Ana Maria Vieira Santos (Casa contemporânea). Nove espaços com um jardim no fundo e espelhos d’água criam o ambiente multiuso de 500 metros. Dentre hall, biblioteca e cozinha gourmet, optou-se por tons acinzentados pra valorizar objetos de arte, livro e decoração. Uma novidade da Casa contemporânea é o espaço para o colecionador de arte, uma espécie de minigaleria em que o dono pesquisa sobre o assunto e guarda as obras que não estão expostas pela morada.

Ana Maria Vieira Santos (Casa contemporânea) Nove espaços com um jardim no fundo e espelhos d'água criam o ambiente multiuso de 500 metros. Dentre hall, biblioteca e cozinha gourmet, optou-se por tons acinzentados pra valorizar objetos de arte, livro e decoração. Uma novidade da Casa contemporânea é o espaço para o colecionador de arte, uma espécie de minigaleria em que o dono pesquisa sobre o assunto e guarda as obras que não estão expostas pela morada. (fonte revista casa vogue)

Fonte: Revista Casa Vogue

 

• Ari Lyra (Loft). Com décor eclético, o espaço de 60 m² não se preocupa em seguir determinadas tendências ou estilos. O ambiente mixa móveis antigos com contemporâneos, obras de arte do século 17 com outras dos anos 2000 e costura tudo com uma paleta enxuta de cores. Pensado para quem ama livros, arte e viver cercado de amigos, o loft ganhou várias estantes e áreas de convivência estratégicas.

Loft (Ari Lyra)

Fonte: Revista Casa Vogue


Mariane é Arquiteta e Urbanista, sócia proprietária da empresa Studioduo Arquitetura & Design. | studioduo.arq.br | contato@studioduo.arq.br | @studioduoarquitetura | f/studioduo.arq

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